20 de novembro de 2017
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A cidade, o cronista: Ogi

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Rodrigo Ogi têm se destacado como um dos principais nomes da nova cena do rap nacional. Apesar de ter seu nome em evidência somente agora, Ogi vem fazendo um bom trabalho no rap desde 2002. Fez parte do grupo Contra Fluxo com o qual lançou 2 álbuns, mas com o fim do grupo resolveu seguir carreira solo.

Em 2011 decidiu levar o rap mais a sério e se profissionalizar na música, e então lançou o ótimo “Crônicas da Cidade Cinza”, seu primeiro disco solo que é uma espécie de homenagem a São Paulo com letras que contam sobre o cotidiano da cidade e seus habitantes. Em 2015 lançou seu segundo álbum, “Rá!”, no qual demonstra grande amadurecimento em relação ao álbum de estréia com canções de cunho e temática mais pessoal, os interlúdios entre as músicas por exemplo mostram o rapper em uma consulta no psicólogo.

No último sábado (29), Ogi fez o show de lançamento do clipe Virou Canção, dirigido pela Gabi Jacob. A canção fala sobre sua infância e é definida por ele mesmo como a “mais pessoal” do disco Rá!. A festa aconteceu no Centro Cultural São Paulo e teve participação da dupla Motim. Nós do Amplifique-se invadimos a passagem de som para trocar uma ideia com o Ogi que nos recebeu na maior humildade.

Confira nosso bate papo no vídeo abaixo com as imagens de Luis Fernando Andrade e logo na sequência as fotos do show feitas por Ricardo Vieira.

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Sobre Cristiano Boti

Cristiano Boti
Filho da Leninha, pai da Belinha e do pequeno Sam, sãopaulino chato e baterista das bandas Lunatone e Gil Sant'Anna. Designer gráfico formado pela vida com pós-graduação nas ruas de São Paulo. Apreciador de boa música e de bons filmes. Fã de Jorge Ben, Beastie Boys, Tarantino e Chaplin.

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