20 de novembro de 2017
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AES lança programa de aceleração de startups com apoio de até 500 mil reais

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Durante a abertura da São Paulo Tech Week, ocorreram vários painéis que apresentaram soluções e projetos em diversas áreas bem interessante. Ricardo Kahn, Gerente de Inovação da AES Brasil, abordou a questão do futuro da energia. E logo no começo,  Kahn afirma que o setor passa por um período de transformação intensa e como todo período de transformação, grandes oportunidades podem aparecer. Quando se fala no mercado de energia, existem três pilares para existência deste setor: geração, transmissão e distribuição. Ricardo Kahn afirma que esses pilares estão em “xeque” e passam por reestruturação.

Quanto o assunto é geração de energia, o que nos vem a mente, são grandes hidrelétricas, que demandam de grande investimentos e o impacto ambiental também é muito grande. Se comparado a outros países, a energia no Brasil, gerada por hidrelétricas,  tem um impacto ambiental menor do que as termo elétricas e nucleares. Mas passamos por algumas transformações, pois o nosso potencial hidrelétrico vem diminuindo, e não devido à seca, mas por que já chegaram a sua capacidade máxima, além dos melhores reservatórios para a implantação de hidrelétricas já estarem ocupados com esse uso. O que é uma coisa boa, por ser uma energia limpa e renovável, mas deixa algumas dúvidas para o futuro. Kahn que também trouxe um dado interessante: Segundo o Governo Federal, até 2030, o potencial energético das usinas com reservatórios estarão esgotados.

E qual será a nova fonte de energia? As poluentes, como as térmicas ou não poluentes como solar e eólica.  Tudo isso traz novas oportunidades.

Tratando de transmissão de energia, o que também está em “xeque” é uma nova regulamentação para a geração distribuída –  quando o consumidor produz a sua própria energia e caso tenha excedente pode revender essa energia para a Eletropaulo, por exemplo. Isso gera um bônus para quem gerou a energia dentro de casa. Essa prática vem crescendo bastante, porém no Brasil ainda é preciso dar alguns passos, como redução de taxas, custos e financiamento. Quando olhamos para países mais desenvolvidos, como Estados Unidos, por exemplo, onde a taxa de juros permite que a população possa fazer financiamento a longo prazo sem tanta carga tributária, isso já é uma realidade e muitos clientes residências conseguem redução significativa através desse tipo de sistema. Vale ressaltar que esse recurso não é apenas para painéis de energia solar, mas para qualquer tipo de geração de energia.

E olhando para o futuro e suas grandes oportunidades, a AES realizou a chamada para seu programa de aceleração de projetos que ficará aberto até o final da SPTW em 13/11/2016. O programa busca empreendedores com iniciativas com abrangência no sentido mais amplo em energia. O programa tem cinco prioridades tecnológicas, são elas: Iot(internet das coisas), armazenamento de energia, eficiência energética, geração distribuída e veículos elétricos. Qualquer projeto que toque nesses segmentos pode receber apoio da AES com financiamento de até 500 mil reais, apoio técnico de alto nível e um escritório completo no centro de São Paulo. Para inscrever seu projeto, clique aqui. E para saber mais sobre e tirar outras dúvidas, clique aqui.

Sobre Ricardo Queiroz

Ricardo Queiroz
Criador do portal Amplifique-se e apaixonado por comunicação e todos os poderes de transformação que a internet possui, formado em publicidade, amante do frio e cerveja. Desde 2006 trabalho como webdesigner, mas nos últimos anos fui conhecer o mercado offline, isso me ajudou a ter uma visão 360 em todo o processo criativo do meu trabalho. Fujo da rotina e da zona de conforto.

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