21 de janeiro de 2018
Home | Pelo Mundo | América do Sul | Bolívia – Um diamante bruto – La Paz.

Bolívia – Um diamante bruto – La Paz.

Em La Paz a única coisa da qual me arrependendo foi de não ter ficado mais tempo para fazer todos os passeios possíveis. Chegamos pela manhã, e logo seguimos para o Hostel, a primeira impressão da cidade é de mudança de região, todas as demais cidades que passamos, tem uma cara interiorana e de cidade colonial, já La Paz, tinha uma semelhança com São Paulo, aquela loucura, trânsito e gente para todos os lados, uma cidade muito movimentada.

Já no hostel, não podíamos fazer o check in devido ao horário, deixamos as coisas por lá e fomos fazer um reconhecimento, achar algum lugar para comer, e ver o que tinha para fazer. Achamos alguns cafés bem sofisticados, inclusive no valor, e devido aos preços e sendo final de viagem, já viu. A grana estava curta. Logo depois voltamos para o Hostel, e acabamos conhecendo outros Brasileiros, só para variar um pouco.

DSC06632Dando uma volta pelo hostel que era bem grande, descobrimos que tinha um bar dentro e a melhor parte, com tequila de graça, ISSO MESMO, TEQUILA FREE, o dono do bar estava divulgando a tequila de algum amigo, por isso sempre tinha para beber.

No primeiro dia andamos pela cidade, e encontramos um Burger King, não tenha dúvida, fomos comer lá.

Uma coisa muito interessante que vi em La Paz, foi que os jardins eram bastante preservados, canteiros centrais, tudo bem cuidado, no final do dia ficamos no bar do hostel.

No dia seguinte fomos para o monte Chacaltaya e Valle de La Luna.  Chacaltaya é uma montanha a 5.421m acima do nível do mar que neva somente durante o verão, pois trata-se do período de chuvas no país, portanto, se o seu desejo é ver neve é melhor programar sua viagem entre dezembro e março. O início do tour você sobe em um micro-ônibus, depois em torno dos 5.000 não é possível subir de carro, só na sola mesmo, mas paramos de caminhar a 5.300 metros, era a última marcação que vimos ficamos por lá durante um tempo, tiramos algumas fotos, e fizemos a tradicional guerra de bolinha de neve.

A volta foi meio complicada, chovia e a estrada não ajudava muito, sem nenhuma segurança, quase na beira do precipício fomos descendo, mas ainda bem que estou aqui contando como foi, isso indica que correu tudo bem.

Logo saindo do monte fomos em direção ao bairro da “nata” Boliviana, a parte baixa é a mais nobre, pois as temperaturas são  baixas e é protegida pelas montanhas, realmente é uma região que parece estar em outro país, e é por lá que fica o Vale de La Luna.

O passeio tinha duração de duas ou três explicações, depois fomos liberados a entrar e fazer a trilha, muito tranquila, toda sinalizada e com explicações em todas as paradas, você fica em média de 1:00h a 1:30h dentro do Valle.

No ônibus conhecemos pra variar alguns Brasileiros que depois iríamos nos encontrar e ir para uma balada tipicamente boliviana.

Voltamos para o Hostel, já se passava metade do dia, fomos almoçar e o fim da tarde optamos por ficar no bar  onde encontramos os outros brasileiros que conhecemos no ônibus, pois contamos que tinha tequila free. Para a noite, encontramos uma balada local, onde fomos muito bem recebidos, também fizemos a festa, eles até tentaram tocar uma música brasileira, mas nem “A se eu te pego!” saiu, eles até tocaram uma música, mas nenhum de nós sabíamos qual era…rsrs

No dia seguinte, não precisa dizer que acordei com uma bela ressaca, nesse dia o pessoal foi até dar uma volta pela manhã, mas eu fiquei dormindo.

Já na parte da tarde fomos para a famosa rua das bruxas onde tem tudo que se pode imaginar, de artesanato e tapete até ervas para tudo que é tipo de coisa, mas é bem interessante e da para comprar bastante coisa, porém negocie muito, se vacilar acaba pagando mais caro.

No dia seguinte fomos para Copacabana, é relativamente perto de La Paz, acredito que gastamos uma média de 2:30h para chegar, lá conhecemos o Titicaca, um lago que parece mais um oceano, brevemente conto mais como foi.

Fotos: Barbara Andrade Barioni | Eric Barioni | Ricardo Queiroz

Informações Adicionais sobre Sucre:

Nome do Hostel: Pirwa Hostel
Preço Hostel: 25 Bs por pessoa.
Preço Pacote Valle de la Luna e Chacaltaya:
80 Bs.
Preço de passagem para Copacabana: 100 Bs.
Câmbio: R$2.15, via site do banco central (19/07/2015).
Passagem ônibus para La Paz: 20Bs.

Lembro que a indicação do hostel é sugestão e segurança, não ganho nada com isso e não me responsabilizo por qualquer problema com o mesmo, porém valle a pesquisa caso gosto de algo mais completo, o hostel é bem simples, porém deu para tomar banho e dormir bem durante a noite.

Sobre Ricardo Queiroz

Ricardo Queiroz
Criador do portal Amplifique-se e apaixonado por comunicação e todos os poderes de transformação que a internet possui, formado em publicidade, amante do frio e cerveja. Desde 2006 trabalho como webdesigner, mas nos últimos anos fui conhecer o mercado offline, isso me ajudou a ter uma visão 360 em todo o processo criativo do meu trabalho. Fujo da rotina e da zona de conforto.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *